25 de julho de 2016

II Fórum de Controle da Dependência Química da cidade de Campina Grande – PB.

II Fórum de Controle da Dependência Química da cidade de Campina Grande – PB. Data: De 30 de Agosto a 01 de Setembro de 2016. Local: Auditório do Centro de Tecnologia Educacional Professor Severino Lopes Loureiro (CTE), Rua Santa Clara (Largo de Açude Novo), Campina Grande-PB. Incrições, Valor, Programação e Normas para envio de trabalhos: EM BREVE!!! Informações: circularsaude.uepb@gmail.com

7 de julho de 2016

MJC abre inscrições para curso a distância sobre drogas!!!

O Ministério da Justiça e Cidadania, por meio da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), abriu inscrições para 10 mil vagas da 10ª edição do Curso Supera - "Sistema para Detecção do Uso Abusivo e Dependência de Substâncias Psicoativas: Encaminhamento, Intervenção Breve, Reinserção Social e Acompanhamento". O curso é gratuito e pretende capacitar profissionais para a discussão de diferentes modelos para a prevenção, intervenção e encaminhamento daqueles que apresentam problemas relacionados ao uso de álcool, crack e outras drogas. As inscrições seguem até o dia 31 de julho, e podem ser feitas pelo endereço http://www.supera.senad.gov.br/mv1/custom/sup10/inscricao.php A capacitação é desenvolvida na modalidade de Educação a Distância (EaD), com carga horária de 150 horas. A duração é de três meses, com início previsto para 8 de agosto deste ano. Os alunos que concluírem o curso receberão um certificado de extensão universitária emitido pela Unifesp. Para se inscrever e acompanhar o curso é necessário possuir acesso à Internet e comprometer-se a participar do curso até sua conclusão, caso seja selecionado. Para mais informações, acesse: http://www.supera.senad.gov.br

ASSOCIAÇÃO CASA NOVA REDENÇÃO !!!

Agradecemos o total apoio desses Associados Beneméritos desta Associação!

16 de junho de 2016

ACNR PARABÉNS!

ENFRENTAMENTO AO TRÁFICO DE PESSOAS!!!

A Política Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas (Decreto nº 5.948/2006) adota a expressão “tráfico de pessoas” conforme o Protocolo Adicional à Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional Relativo à Prevenção, Repressão e Punição do Tráfico de Pessoas, em especial Mulheres e Crianças, conhecido como Protocolo de Palermo, que a define como “o recrutamento, o transporte, a transferência, o alojamento ou o acolhimento de pessoas, recorrendo à ameaça ou uso da força ou a outras formas de coação, ao rapto, à fraude, ao engano, ao abuso de autoridade ou à situação de vulnerabilidade ou à entrega ou aceitação de pagamentos ou benefícios para obter o consentimento de uma pessoa que tenha autoridade sobre outra para fins de exploração. A exploração incluirá, no mínimo, a exploração da prostituição de outrem ou outras formas de exploração sexual, o trabalho ou serviços forçados, escravatura ou práticas similares à escravatura, a servidão ou a remoção de órgãos”. De acordo com a Política Nacional, o consentimento dado pela vítima é irrelevante para a configuração do tráfico de pessoas (art. 7º, Decreto nº 5.948/2006). O meio pelo qual o tráfico de pessoas é praticado fere por completo a dignidade humana e, muitas vezes, a própria integridade física da vítima, tornando-a extremamente vulnerável em decorrência de ameaças, uso da força, engano, rapto, abuso de autoridade, ou mesmo outras formas de coação. Esse crime tem três elementos constitutivos: 1. Um ato 2. Os meios 3. A finalidade de exploração Matriz dos Elementos do Crime de Tráfico de Pessoas Ato Recrutamento Transporte Transferência Alojamento Acolhimento + Meios Ameaça Uso da força Outras formas de coação Rapto Fraude Engano Abuso de autoridade Abuso de uma situação de vulnerabilidade Entrega ou aceitação de pagamentos ou benefícios para obter o consentimento de uma pessoa que tenha autoridade sobre outra + Finalidade Exploração da prostituição de outrem Outras formas da exploração sexual Exploração do trabalho Serviços forçados Escravidão ou situações análogas a escravidão Servidão Extração de órgãos Adoção ilegalEnfrentamento ao Tráfico de Pessoas A Política Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas (Decreto nº 5.948/2006) adota a expressão “tráfico de pessoas” conforme o Protocolo Adicional à Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional Relativo à Prevenção, Repressão e Punição do Tráfico de Pessoas, em especial Mulheres e Crianças, conhecido como Protocolo de Palermo, que a define como “o recrutamento, o transporte, a transferência, o alojamento ou o acolhimento de pessoas, recorrendo à ameaça ou uso da força ou a outras formas de coação, ao rapto, à fraude, ao engano, ao abuso de autoridade ou à situação de vulnerabilidade ou à entrega ou aceitação de pagamentos ou benefícios para obter o consentimento de uma pessoa que tenha autoridade sobre outra para fins de exploração. A exploração incluirá, no mínimo, a exploração da prostituição de outrem ou outras formas de exploração sexual, o trabalho ou serviços forçados, escravatura ou práticas similares à escravatura, a servidão ou a remoção de órgãos”. De acordo com a Política Nacional, o consentimento dado pela vítima é irrelevante para a configuração do tráfico de pessoas (art. 7º, Decreto nº 5.948/2006). O meio pelo qual o tráfico de pessoas é praticado fere por completo a dignidade humana e, muitas vezes, a própria integridade física da vítima, tornando-a extremamente vulnerável em decorrência de ameaças, uso da força, engano, rapto, abuso de autoridade, ou mesmo outras formas de coação. Esse crime tem três elementos constitutivos: 1. Um ato 2. Os meios 3. A finalidade de exploração Matriz dos Elementos do Crime de Tráfico de Pessoas Ato Recrutamento Transporte Transferência Alojamento Acolhimento + Meios Ameaça Uso da força Outras formas de coação Rapto Fraude Engano Abuso de autoridade Abuso de uma situação de vulnerabilidade Entrega ou aceitação de pagamentos ou benefícios para obter o consentimento de uma pessoa que tenha autoridade sobre outra + Finalidade Exploração da prostituição de outrem Outras formas da exploração sexual Exploração do trabalho Serviços forçados Escravidão ou situações análogas a escravidão Servidão Extração de órgãos Adoção ilegal

4 de junho de 2016

CONCLUSÃO DO CURSO DE AUTOMAQUIAGEM!

Quero agradecer por todas, que participaram do curso de Automaquiagem, realizado pela Associação Casa Nova Redenção, parabéns pela dedicação nas aulas e prontas para o trabalho!

DICAS DE PREVENÇÃO AS DROGAS!!!

Prevenção: Prevenir quer dizer: "preparar; chegar antes de; evitar (um dano ou um mal); impedir que algo se realize". A prevenção em saúde indica uma ação antecipada, baseada no conhecimento que temos das causas de uma doença. Ela tem por objetivo diminuir a chance do problema aparecer ou, se ele já existe, evitar que piore. As mais sérias pesquisas sobre a questão nos mostram um aumento do uso de drogas, mas principalmente, mostram-nos a necessidade de planejarmos ações preventivas adequadas ao grupo que desejarmos atingir. Prevenir não é banir a possibilidade do uso de drogas. Prevenir é considerar uma série de fatores para favorecer que o indivíduo tenha condições de fazer escolhas. Como você sabe, o uso de álcool e outras drogas depende de outros fatores além da vontade do indivíduo. Há fatores que aumentam as chances do indivíduo iniciar o uso de drogas, ou ainda, aumentam as chances de que esse uso inicial ou moderado se torne um uso que traga mais prejuízos para o usuário. O uso indevido de álcool e outras drogas é fruto de um conjunto de fatores. nenhuma pessoa nasce predestinada a usar álcool e outras drogas ou se torna dependente apenas por influência de amigos ou pela grande oferta do tráfico. Nós seres humanos, buscamos elementos para aliviar dores e acirrar prazeres. Assim encontramos as drogas. Algumas vezes experimentamos, outras usamos sem nos comprometermos, e em outras, ainda abusamos. Este que usou, se não tiver dentro de um fator biológico importante, se tiver uma boa relação familiar e se não tiver uma boa sensação com este uso pode, ainda, fazer só um uso recreacional, mas se sua condições forem de risco ou prazerosas ele poderá vir a fazer o uso regular de drogas. Fatores relacionados ao uso de drogas: Fatores Pessoais De proteção Habilidades sociais Cooperação Habilidades para resolver problemas Vínculos positivos com pessoas, instituições e valores Autonomia Autoestima desenvolvida De Risco Insegurança Insatisfação com a vida Sintomas depressivos Curiosidade Busca de Prazer Fatores Familiares De proteção Pais que acompanham as atividades dos filhos Estabelecimento de regras e de condutas claras Envolvimento afetivo com a vida dos filhos Respeito aos ritos familiares Estabelimento claro da hierarquia familiar De Risco Pais que fazem uso abusivo de drogas Pais que sofrem de doenças mentais Pais excessivamente autoritários Pais muito exigentes Famílias que mantêm uma cultura aditiva (forma de viver de uma família na qual as soluções são dadas como formas de impedir a reflexão) Fatores Escolares De proteção Bom desempenho escolar Boa inserção e adaptação no ambiente escolar Ligações fortes com a escola Oportunidades de participação e de decisão Vínculos afetivos com com professores e colegas Realização pessoal Possibilidade de desafios e expanção da mente Descoberta de talentos pessoais Prazer em aprender Descoberta e construção de projeto de vida De Risco Baixo desempenho escolar Falta de regras claras Exclusão social Falta de vínculos com a aprendizagem Fatores Sociais De proteção Respeito às leis sociais Credibilidade da mídia Oportunidades de trabalho e de lazer Informações adequadas sobre as drogas e seus efeitos Clima comunitário afetivo Consciência comunitária e mobilização social Amigos não usuários de drogas e não envolvidos em atividades ilícitas De Risco Violência Envolvimento em atividades ilícitas Amigos usuários de drogas Pressão social para o consumo Desvalorização das autoridades sociais Descrença nas instituições Falta de oportunidades de trabalho e de lazer Fatores Relacionados à Droga De proteção Informações contextualizadas sobre efeitos Regras e controle para consumo adequado De Risco Disponibilidade para compra Propaganda que incentiva e mostra apenas o prazer que a droga causa Prazer intenso que leva o indivíduo ao uso Apologia de certos grupos da sociedade ao uso de drogas (principalmente da maconha) Devemos ter em mente que vários fatores contribuem para a decisão de alguém usar drogas, e não somente um fator isolado. Além disso, não é porque um indivíduo está envolvido em uma vida cheia de fatores de risco que, necessariamente, ele fará um uso problemático de álcool e outras drogas. A formação de cada um de nós se inicia na família. É função da família proteger seus filhos e favorecer neles o desenvolvimento de competências, por exemplo: para lidar com limites e frustrações. Na adolescência, a falta de proteção da família, especialmente para o adolescente transgressor, que não sabe lidar com frustrações, pode favorecer o uso indevido de substâncias psicoativas. Se o jovem vem de uma família desorganizada, mas encontra em sua vida um grupo comunitário que faz seu asseguramento, oferecendo-lhe alternativas de lazer e de desenvolvimento de habilidades pessoais, pode vir a ter sua formação garantida, aprendendo a criticar por si próprio e pelo grupo social. A presença de religião na vida do indivíduo é um fator protetor ao uso de drogas. Diversos estudos tem demonstrado que pessoas que praticam alguma religião ou que crêem em algo superior, tem menores chances de se envolverem com drogas. Quanto mais religioso o indivíduo, menor seu interesse pelo consumo de substâncias psicoativas, incluindo as drogas ilícitas. Valores religiosos, em geral, preconizam o bom relacionamento com respeito e afeto e isto, quando realmente aplicado ao convívio familiar, seria fator de estabilidade doméstica, permitindo que os jovens cresçam dentro de um ambiente emocionalmente saudável. Sabemos que a motivação para o uso de drogas vem de vários fatores, e um fator de proteção isolado não é garantia que um indivíduo não abusará de substâncias psicoativas. Para que se realize um trabalho de prevenção sério e cuidadoso, com um determinado grupo, é necessário: Identificar fatores de risco, para minimizá-los Identificar fatores de proteção, para fortalecê-los tratar o grupo como específico, para identificar os fatores acima